Fotografia: Comité Olímpico de Portugal
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No Rio de Janeiro, o nadador vai encontrar competição internacional… e portuguesa. Além de Diogo Carvalho, também Alexis Santos garantiu os mínimos nos 200m estilos. Será a primeira vez que Portugal terá dois atletas a nadar a mesma prova nos Jogos Olímpicos. “Eu e o Alexis somos grandes amigos, mas grandes rivais dentro de água, e penso que o facto de nem eu nem ele gostarmos de perder, nem sequer no treino, nos faz evoluir cada vez mais e consequentemente a natação em si”.

Um desporto no qual Diogo Carvalho se sente como peixe na água. A prová-lo estão as conquistas celebradas em 2015. “Comecei por garantir a vaga olímpica em abril, e acabei com uma medalha de bronze no Europeu em dezembro”. A agenda para o novo ano também está preenchida, com os Europeus de Piscina Longa em maio e, em agosto, os Jogos Olímpicos.

Diogo Carvalho não é estreante nesta prova. O Rio 2016 marcará a sua terceira participação, depois de ter conquistado por duas vezes o 18.º lugar. “Em termos desportivos não guardo a melhor recordação, uma vez que fiquei a menos de um décimo nas duas edições de garantir a meia-final”. Um objetivo que, considera o atleta “seria histórico para Portugal, uma vez que apenas um atleta em toda a história da natação portuguesa o conseguiu”.

Um feito que a comitiva portuguesa anseia repetir, na prova de que são feitos os sonhos. “A cerimónia de abertura nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, a minha primeira vez, é algo que irei levar para toda a minha vida”, conta Diogo Carvalho. “Foi o momento para qual eu, os meus pais, o meu clube e o meu treinador dedicámos tanto. Tanto tempo, esforço, dedicação, abdicar de tudo e mais alguma coisa e muito, muito trabalho”.21