Peças de design, pranchas de surf, artigos de moda, aeronáutica, efeitos especiais no cinema. Quando se fala de cortiça, o limite é a imaginação, capacidade que sobra a Miguel e Catarina Brandão, pai e filha, fundadores do ‘Corkbrick’ (“tijolos de cortiça”, em português), uma ideia de negócio inspirada nas peças de Lego para “construir tudo o que se conseguir imaginar”.

O projeto é composto por sete peças diferentes, que permitem as mais variadas construções: uma cama, uma mesa, um sofá ou uma estante, entre tantas outras criatividades, e sem ser preciso recorrer a ferramentas, cola ou pregos.

O Corkbrick promete ser “simples de usar, tanto no momento de montar o objeto como no momento de desmontar”, sendo por isso acessível a qualquer pessoa, “dos 8 aos 88 anos”.

A ideia de negócio segue o espírito DIY (do it yourself – faça você próprio), e aproveita uma matéria-prima abundante em Portugal, o maior produtor de cortiça, que, entre as múltiplas vantagens, conta o facto de ser 100 por cento natural, à prova de água e capaz de isolar som e temperatura, além de ser flexível e reciclável.

Para criar a Corkbrick, atualmente em ‘corwdfunding’, foram necessários 16 meses de pesquisa e alianças com várias empresas, até chegar ao protótipo que já está patenteado e pronto a ser comercializado em todo o mundo.

Na página no indiegogo, onde decorre o processo de anagriação de fundos para apoiar o projeto, qualquer pessoa pode investir agora e receber recompensas, como descontos e corkbricks para usar mais tarde, no caso de a produção avançar.

 

 

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