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A ilha Terceira, nos Açores, recebe a partir de hoje o MUVI – Festival Internacional de Música no Cinema, naquela que é a primeira extensão do evento, que decorre anualmente em Lisboa.

“Há muito tempo que se pretendia levar o festival a vários sítios do país e proporcionou-se este ano a ilha Terceira. Já no ano passado era para ter acontecido”, revelou à agência Lusa Filipe Pedro, um dos diretores do festival, cuja terceira edição teve lugar no Cinema São Jorge, em Lisboa, no final do ano passado.

Na primeira sessão vão ser exibidos os filmes Porque Não Sou o Giacometti do Século XXI, de Tiago Pereira, e Guitarras ao Alto, de Daniel Mota. Até 14 de fevereiro, o MUVI vai levar à ilha Terceira filmes portugueses que foram premiados ou se destacaram no festival.

As exibições vão decorrer às terças-feiras na sala Recreio dos Artistas, em Angra do Heroísmo, estando previstas seis sessões e 12 longas e curtas-metragens, que contemplam diferentes realizadores e músicas.

“São seis semanas, com uma curta e longa-metragem associadas que mostram, nas duas primeiras sessões, o melhor do que aconteceu na edição de 2015 e, nas duas seguintes, o melhor de 2016”, sublinhou Filipe Pedro.

A 17 de janeiro estão previstos os filmes Future Islands: Road Dawgs, de Jay Buim, e Phil Mendrix, de Paulo Abreu.

O MUVI – Festival Internacional de Música no Cinema nasceu em 2014 pela mão da cooperativa cultural FWD COOP CRL e contou, na primeira edição, com cerca de 2.000 pessoas.

De 29 de novembro a 5 de dezembro de 2016, o número chegou aos quatro mil participantes, que estiveram em quase 150 eventos, desde sessões de cinema, filmes-concertos, concertos, exposições e festas.

A particularidade do MUVI é a de exibir filmes biográficos sobre músicos, musicais, documentários que focam a vida das bandas e outros com forte componente musical.