Carnaval em todo o lado

No carnaval ninguém há-de levar a mal que voltemos a percorrer as festas que acontecem por todo o país, passando pelas ilhas. É que todos os anos há novidades no entrudo, novas atracções e personagens. Também há velhos costumes, tradições que se faltassem já iriam desiludir, pois fazem parte da identidade carnavalesca – as matrafonas, os gigantones ou os carros alegóricos, por exemplo.

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Carnaval é festa, música, dança, mas também momento de sátira, de comédia, uma espécie de grande teatro de rua que por algumas horas, ou alguns dias, permite brincar com quase tudo, do assunto trivial ao sério.

Se já alguma vez leu a Descla e esteve atento ao que escrevemos nestas breves linhas por certo já viu que voltámos ao antigo Acordo Ortográfico – um assunto sério –, por uma questão de respeito pela Língua Portuguesa. O tema voltou recentemente ao debate público com a divulgação de um manifesto assinado por várias personalidades nacionais contra o documento de 1990, que instituiu o novo acordo.

A Descla assumiu, em 2012, a opção de escrever segundos as novas regras, nunca por uma questão de princípio, mas porque nesse ano o acordo passou a ser obrigatório para os organismos e publicações do Estado português e a revista, atendendo ao fim do período de transição, previsto para 2015, antecipou a mudança, à semelhança de outros órgãos de comunicação social.

No entanto, o novo Acordo Ortográfico não é obrigatório por lei – ao utilizar-se a grafia antiga não se incorre num acto ilegal, à excepção do que acontece com os documentos oficiais, que têm de obedecer às regras do novo acordo.

Após uma reflexão séria no seio da redacção, a equipa da Descla optou por voltar a escrever segundo as “velhas regras”, porque não concorda com a nova ortografia e porque entende que ela não é a melhor forma de defender a Língua Portuguesa, parte indelével do património nacional, que a revista sempre assumiu como um dos seus principais desígnios.

...by Descla

Percorrendo a Nacional 2: Sardoal

O que é, afinal, o “Sardoal antigo”? A pergunta acompanha-nos à entrada na pequena vila e só começamos a perceber quando entramos na Rua da Amoreira: as casas rodeadas de flores lembram um cenário único que perdurou até ao século XVI.

O turismo pode ser para todos

O turismo acessível é uma grande oportunidade de negócio se pensarmos que há 140 milhões de pessoas na Europa com necessidades especiais quando viajam e as previsões apontam para que em 2020 haja, só neste continente, cerca de 862 milhões de viagens anuais na área de turismo acessível.

Percorrendo a Nacional 2: Vila de Rei

Chegámos ao centro geodésico de Portugal continental. O marco trigonométrico que assinala o ponto exacto fica no cume da serra da Melriça.

Percordendo a Nacional 2: Sertã

A Sertã tem um castelo de cinco quinas, algo raro no país. Foi dentro das suas paredes que ocorreu a lenda de Selinda, mulher que ao saber do ataque romano subiu às ameias e atirou sobre os inimigos uma frigideira (sertage) com azeite a ferver, obrigando-os a recuar.

Percorrendo a Nacional 2: Pedrógão Grande

As íngremes escarpas ladeiam o caminho até à ponte, construída numa garganta do rio Zêzere, entre Pedrógão Grande e Pedrógão Pequeno. É a Ponte...