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O 35º Festival Internacional de Teatro de Almada está de volta com o melhor que a arte dramática tem para mostrar. De 4 a 18 de Julho, o certame dá a conhecer ao público teatro de texto, dança, poesia, teatro sem palavras, música, e espectáculos de rua.

Organizado pela Companhia de Teatro de Almada e a Câmara Municipal de Almada, o Festival pauta por um circuito que distribui os espectáculos por diferentes salas,desde o Teatro Nacional D. Maria II até à Casa da Cerca.

A 35ª Edição traz peças de criadores de diferentes nacionalidades, desde a Alemanha até Burqina Faso. Da agenda fazem também parte colóquios com os encenadores e protagonistas das peças.

A peça “Apre – melodrama burlesco” foi a escolhida pelo público em 2017 para ser o Espectáculo de Honra desta edição. A peça gira à volta de três habitantes de um prédio suburbano, que pautam as suas existências com episódios caricatos.  “Apre – melodrama burlesco” estreia no dia 4, às 22 horas, na Escola D. António da Costa.

O Festival Internacional de Almada deste ano leva aos palcos espectáculos tão recentes como A reunificação das duas Coreias e Kalakuta Republik, ou as já consagradas peças Lulu e o O Quarto de Isabela.

Homenagear todas as Artes

Entre os nomes que constam do cartaz musical, estão Manel Cruz (dia 7), Rita Redshoes (dia 13), e Fernando Tordo (dia 20), que vão actuar na esplanada da Escola D. António da Costa.

O Festival Internacional de Teatro de Almada acolhe também a exposição Velho Sol de Paulo Brighenti, criador do cartaz de 2018. A exposição está patente na Casa da Cerca.

Este ano, a personalidade homenageada no Festival é Yvette K. Centeno, a escritora que ajudou a fundar o CITAC (Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra). Yvette K. Centeno, de 78 anos, escreve desde jovem peças e rábulas e já traduziu autores essenciais ao teatro como Shakespeare, Goethe, ou Brecht.

O pacote geral dos bilhetes custa 75 euros. O cartaz completo pode ser consultado no site oficial do evento.