Geoparques …by Descla

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Do Reino Maravilhoso às Ilhas Afortunadas

Caros leitores,

Em Setembro escrevemos, finalmente, sobre um tema que já há muito tempo andava nas nossas cabeças: geoparques. O conceito é relativamente frequente mas nem sempre devidamente compreendido. Muitos olham para o prefixo geo e pensam que se trata de um parque com importância geológica. É verdade, mas não se resume a isso: para ser assim classificado, o território em questão tem que possuir não apenas um forte património natural mas também cultural, e a gestão dessa área tem que procurar o desenvolvimento sustentável. Ou seja, tem que se apostar no turismo, na criação de riqueza, mas sempre respeitando os modos de vida das populações que vivem no geoparque e protegendo os geossítios, as espécies de fauna e flora e os seus habitats.

Em Portugal existem quatro geoparques e um aspirante a esse título. Nesta revista vamos de Trás-os-Montes às ilhas açorianas para lhe dar a conhecer vulcões, lagoas e cascatas mágicas, praias selvagens, fósseis com milhões de anos, vales glaciares, muralhas imponentes, tradições reinventadas. É uma viagem por paisagens grandiosas, histórias milenares e infindáveis segredos da natureza. Vem connosco?

Boas leituras

A Estrela quer ser geoparque

O Vale Glaciar do Zêzere, a vila de Belmonte a as Penhas Douradas são algumas das atracções do Aspiring Geopark Estrela

No pulmão transmontano

Macedo de Cavaleiros é a definição de museu ao ar livre: todo o concelho abrange o geoparque

Nove ilhas, muitos vulcões, um geoparque

O Geoparque Açores é composto por 121 geossítios, que representam a enorme geodiversidade do arquipélago

Arouca Geopark, um baú de maravilhas da natureza

A maior parte dos portugueses conhece os Passadiços do Paiva, mas o Arouca Geopark tem mais (muito mais) para dar a conhecer

O pioneiro

Foi o Geopark Naturtejo o primeiro geoparque português a ser reconhecido