Publicidade

É já no próximo dia 15 de Janeiro que tem inicio o segundo ano de Diga 33, Poesia no Teatro, às terças terças-feiras de cada mês, num programa elaborado por Henrique Manuel Bento Fialho.

É já no próximo dia 15 de Janeiro que tem inicio o segundo ano de Diga 33, Poesia no Teatro, às terças terças-feiras de cada mês, num programa elaborado por Henrique Manuel Bento Fialho.

Em 2019 propomos a continuação de uma viagem pelos territórios do poema, alargando a panorâmica para que seja possível ver mais e melhor. Queremos agora ouvir não só poetas e editores, mas também os académicos, os críticos, os tradutores, os promotores do debate que mantém acesa a chama. Queremos saber como era no passado, nessa Grécia longínqua, e se em alguma coisa é diferente neste “tempo detergente”. Vamos tentar perceber se a poesia é mesmo intraduzível, como tantas vezes se apregoa. E qual o papel dos críticos de poesia na actualidade? E daqueles que a estudam e aprofundam academicamente? Pretendemos ir um pouco além das fronteiras nacionais, penetrando o terreno da lusofonia e de linguagens geograficamente distantes. O tempo não se esgotará neste hoje presente, será igualmente um hoje passado. Porque é para lá de um espaço e tempo definidos que mais claramente o poema se afirma.

António de Castro Caeiro e José Anjos serão os primeiros intervenientes deste programa.

António de Castro Caeiro é professor na FCSH/UNL, membro do IFILNOVA, ensaísta e tradutor. Obteve o grau de doutor em Filosofia Antiga com a tese «A Areté como possibilidade extrema do Humano, fenomenologia da práxis em Platão e Aristóteles» (1998), pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL). Ensina na FCSH desde 1990, dedicando-se à Filosofia Antiga e à Filosofia Contemporânea. Foi Visiting Scholar na FD de Ribeirão Preto da USP, USF (Florida) e Oriel College (Oxford). Traduziu do grego as Odes Para os Vencedores (Quetzal, 2010) e as Odes Olímpicas (Abysmo, 2017) de Píndaro. De Aristóteles, traduziu ainda Os Fragmentos dos Diálogos e Obras Exortativas (INCM, 2014), tendo publicado ainda os ensaios «São Paulo: apocalipse e conversão» (Aletheia, 2014) e um «Um Dia Não São Dias» (Abysmo, 2017).

José Anjos é formado em direito e músico. Tem vindo a publicar alguns poemas em revistas e colectâneas. Publicou dois livros pela Abysmo:  Manual de Instruções para Desaparecer e Somos Contemporâneos do Impossível. Tem participado em sessões de slam poetry.

Às terças terças-feiras de cada mês

1ª sessão de 2019 | 15 de Janeiro | 21h30 Sala-Estúdio do Teatro da Rainha

Entrada livre. Lotação reduzida. Entradas condicionadas aos lugares disponíveis.

Informações: 262 823 302 | 966 186 871 | comunicacao@teatro-da-rainha.com

www.teatro-da-rainha.com