Fotografia: Tiago Canoso
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“Estamos a tentar dignificar a cidade de Viseu através das artes”. Foi com estas palavras que a criadora do festival cultural multidisciplinar Jardins Efémeros, em Viseu, apresentou o evento, esta tarde, antes de inaugurar a sétima edição.

Até 16 de Julho o público vai poder assistir e participar em mais de 300 actividades nas áreas da arquitectura, artes visuais, som, dança, teatro, cinema, pólis, oficinas e mercados.

Um dos grandes destaques deste ano é a “Peça para Perséfone”, um monólito com uma oliveira no cimo, a qual representa a região. A obra de Gabriela Albergaria pesa 48 toneladas e é acompanhada pela projecção de sons naturais captados no distrito por Pedro Tudela.

Fotografia: Tiago Canoso

“Paradoxo” é o tema central da sétima edição, que vai ter nove presenças internacionais, exclusivamente para Viseu, na área experimental e ambiental e alguns projectos mais vanguardistas.

Em ano de eleições os Jardins Efémeros promovem ainda o Festival Política, de cinema, que vai apresentar dois filmes pela primeira vez em Portugal. O objectivo é sensibilizar as pessoas para votarem, revela Sandra Oliveira.

A mentora do projecto espera mais visitantes do que no ano passado, quando o evento atraiu entre 100 e 120 mil pessoas. “A programação é tão diversa que cada um, consoante os seus gostos, pode desenhar o seu percurso nos jardins”, sublinhou a criadora.

Fotografia: Tiago Canoso