Teatro do Montemuro estreia “Histórias que DÃO para ver”

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“Histórias que DÃO para ver” tem estreia marcada para 22 de Março, em Mangualde. A Igreja da Conceição é o primeiro espaço a receber esta produção do Teatro do Montemuro, que junta intérpretes profissionais, de várias estruturas artísticas, a 14 mulheres da comunidade, num espectáculo que é um tributo ao património da região, ao vinho do Dão e à Mulher. Antes, a 21 de Março, no mesmo local, há ensaio geral aberto à comunicação social.

Cinco municípios da região de Viseu Dão Lafões – Mangualde, Castro Daire, Penalva do Castelo, Sátão e Nelas – acolhem este espectáculo, cujas características criam uma experiência única em cada localidade. A cenografia, aproveita os atributos dos edifícios históricos que o recebem. No elenco, 14 participantes locais partilham as cenas com os intérpretes profissionais. E o texto, integra a história de cada uma das localidades.

Depois de Mangualde, segue-se Castro Daire, que recebe o espectáculo no Centro de Interpretação e Informação de Montemuro e Paiva, a 29, 30 e 31 de Março. A 5 e 6 de Abril, será possível assistir ao espectáculo na Casa da Ínsua, em Penalva do Castelo e, a 12 e 13 de Abril, será apresentado, em Sátão, no antigo Solar dos Albuquerques, que agora alberga a Biblioteca Municipal. Para finalizar, a 8 e 9 de Novembro, será a vez de Nelas receber este espectáculo, em local ainda a definir.

Esta produção integra a programação da Rede Cultural promovida pela Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões e é o único projecto que reúne todos os parceiros da rede. Ao Teatro do Montemuro juntam-se a ACERT, a Binaural/Nodar, o Cineclube de Viseu e a Companhia Paulo Ribeiro/Teatro Viriato. O texto é de João Luís Oliva e a encenação é assinada por Paulo Duarte.

A conciliação de diferentes linguagens, exploradas em espaços alternativos e amarradas por uma dramaturgia desafiante, surpreende continuamente o público que se verá enredado numa trama rica em emoções e surpresas.

Tudo acontece na festa de apresentação da “reserva” vinícola da M.A.S. Vinhos. Entre as várias personagens (algumas já conhecidas do público, do espectáculo anterior deste ciclo, “Contos de Baco”) estabelecem-se relações de cumplicidade ou confrontos que reflectem o conflito entre o “velho” e o “novo”, o “antigo” e o “moderno” nas práticas ideológicas, sociais, económicas, técnicas… e amorosas. Enfim, na própria Vida!

“Histórias que DÃO para ver” está classificado para maiores de 12 anos e a entrada é gratuita, mas tendo em conta a lotação muito limitada de todos os espaços (40 a 60 lugares), é obrigatória a reserva antecipada. A bilheteira ficará a cargo de cada um dos municípios que recebe o espectáculo.

“Histórias que DÃO para ver” está classificado para maiores de 12 anos e a entrada é gratuita, mas tendo em conta a lotação muito limitada de todos os espaços (40 a 60 lugares), é obrigatória a reserva antecipada. A bilheteira ficará a cargo de cada um dos municípios que recebe o espectáculo.

Tudo acontece na festa de apresentação da “reserva” vinícola d a M.A.S. Vinhos. Entre as várias personagens (algumas já conhecidas do público, do espectáculo anterior deste ciclo, “Contos de Baco”) estabelecem-se relações de cumplicidade ou confrontos que reflectem o conflito entre o “velho” e o “novo”, o “antigo” e o “moderno” nas práticas ideológicas, sociais, económicas, técnicas… e amorosas. Enfim, na própria Vida!

“Histórias que DÃO para ver” está classificado para maiores de 12 anos e a entrada é gratuita, mas tendo em conta a lotação muito limitada de todos os espaços (40 a 60 lugares), é obrigatória a reserva antecipada. A bilheteira ficará a cargo de cada um dos municípios que recebe o espectáculo.