“Mescla” traz cultura novamente ao Centro Histórico Viseense

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“Mescla” é o nome do novo festival cultural de Viseu. Com a primeira edição a decorrer de dia 1 a 7 de Julho, esta iniciativa promete uma viagem cultural pelo centro histórico da cidade.

Uma mistura de estilos, artes e talentos, assim se define o “Mescla”. O evento cultural promovido pelo município de Viseu, oferece ao público mais de 200 momentos de programação, entre os quais se destacam, esculturas de luz, instalações sonoras, música, teatro e literatura. Várias dezenas de artistas e colectivos integram este projecto, tendo sido convidados alguns residentes na cidade a par de outros nacionais e internacionais.

Moullinex e Noiserv são os nomes mais sonantes do campo musical a marcarem presença no certame. Manuel Alão e Sérgio Ferreira vão ser responsáveis pela criação de diversas esculturas de luz, e a dupla Samuel Coelho e César Estrela brindam os viseenses com a criação de um “estranhofone” de grandes dimensões no Adro da Sé.

Existem em permanência nos Museus Municipais da cidade oficinas infantojuvenis e actividades dedicadas a famílias, assim como bastante animação de rua direccionada a vários públicos, incluindo os mais novos.

O Festival pretende também promover uma atitude sustentável, e vai erradicar a utilização de copos descartáveis de plástico no evento. A circulação automóvel vai estar interdita no Centro Histórico de Viseu durante a realização do “Mescla”, com a Autarquia a anunciar também a intenção de prolongar a medida, com vista a abranger todos os fins de semana deste Verão.

A aposta na cultura continua

Na conferência oficial de apresentação do “Mescla”, Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, afirmou que este é um “novo festival, não virá substituir nada, surge de novo”, e explicou que o mesmo foi criado pelo apelo da população com vista a preencher uma lacuna criada, pela não realização dos Jardins Efémeros no presente ano.

O Autarca fez ainda saber que o orçamento utilizado para a realização do Mescla, é o mesmo que seria canalizado para os Jardins Efémeros, caso este último evento tivesse sido realizado.

Um festival “inclusivo e não elitista”, que nasceu como resposta a “um espaço vazio” na programação cultural de Viseu, segundo palavras de Almeida Henriques que prevê que o “Mescla” tenha grande sucesso e consequente continuidade.

 O evento foi organizado pelo Município de Viseu e pela Viseu Marca com o apoio de diversos patrocinadores.