PRESIDENTE | “Sexta 13” – «Vamos ter uma grande enchente!»

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A poucos dias da realização da última “Sexta 13” do ano, o presidente do município de Montalegre revela total confiança no sucesso do evento. Orlando Alves destaca a excelência de tudo que gravita em torno de uma aposta que tem reforçado a quota de mercado da marca Montalegre. O edil acredita em mais «uma enchente» que irá alavancar a actividade económica do concelho e, por arrasto, de toda a região envolvente.

Depois da apoteótica “Sexta 13” de Setembro, eis de regresso, à capital do Barroso, do maior espectáculo de rua de Portugal. Um evento que galvaniza tudo e todos numa atmosfera contagiante. São aos milhares os que desaguam na vila barrosã à cata de algo diferente que sacuda com a rotina diária. É assim desde 2002. De lá para cá, o evento tem sofrido a natural evolução que exige. Contudo, o crescendo tem surpreendido de tal ordem que as enchentes têm sido a imagem de marca deste cartaz.

«RETORNO É IMENSO»
O presidente da Câmara não disfarça a satisfação que encontra neste grande emblema turístico: «o retorno é visível, é imenso. Nos dias em que a festa propriamente dita tem lugar, Montalegre entope completamente, não tem capacidade para dar guarida a todos os que nos visitam e é por isso que os restaurantes da periferia estão todos lotados, com reflexos notórios, também, na hotelaria dos concelhos vizinhos de Boticas e Chaves».

INVESTIMENTO SUPERIOR A 150 MIL EUROS
Orlando Alves lembra que o município investe, em cada edição, «entre 150 mil a 180 mil euros». Um esforço financeiro da autarquia justificado pelo «reconhecimento de que este é um evento com carisma e é mobilizador». Para a presente edição diz esperar «uma festa cheia de participação popular, animação e com uma abertura de espírito para que quem vem da cidade saiba perceber este ambiente de ruralidade onde temos uma força impactante». Uma jornada, esclarece Orlando Alves, onde «não faltará muita animação, música, muita bebida e muitas fogueiras para desfrutarem». Tudo somado, conclui, «estão criadas todas as condições para que as pessoas não se sintam defraudadas».