A ilha criativa de Alcântara

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O “mercado hippie-chic contemporâneo favorito de Lisboa” ganha vida aos domingos, na Lx Factory. De objetos vintage a obras de arte, passando por produtos naturais e peças em segunda mão, há um universo a descobrir todas as semanas em Alcântara, entre as 10h00 e as 19h00.

“Segunda mão de primeira”. Assim se apresenta o Lx Market, o mercado que chega todos os domingos à Lx Factory. Peças inéditas, únicas, feitas à mão, vintage ou em segunda mão são alguns dos atrativos desta feira, que, semanalmente, leva centenas de pessoas até Alcântara.

O mercado, organizado pela Just Trendy, torna-se um ponto de encontro entre vendedores e compradores das mais diversas áreas. Roupa, acessórios, sapatos, peças de decoração, mobiliário, artigos de desporto ou lazer, discos, livros, quadros, fotografia e doçaria são algumas das especialidades que os clientes podem encontrar.

Um espaço diversificado, composto por uma oferta que vai do artesanato aos produtos naturais, passando pelo vestuário e pelo design, o Lx Market é considerado “uma feira da ladra à moda da Lx Factory”. Um evento que também se torna numa celebração cultural: nas bancas de exposição é possível descobrir criações de artesãos urbanos, designers e artistas.

Com entrada livre, o Lx Market conta ainda com animação musical e atuações ao vivo, oferecendo um programa para um domingo diferente, numa das zonas revitalizadas da capital. Um evento no qual se respira dinamismo e criação, tendo como pano de fundo o cenário industrial que pertencia à Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense.

O antigo complexo fabril, que em 2007 abriu portas como um conjunto de ateliês e estabelecimentos, tornou-se num dos espaços criativos mais populares da capital, com uma série de espaços comerciais, gastronómicos e de lazer. Ocupada por empresas e profissionais da indústria, a Lx Factory é uma referência na área da Moda, Publicidade, Comunicação, Multimédia, Arte, Arquitetura e Música, que a tornam num ponto atrativo de Alcântara e convidam lisboetas e turistas a redescobrir este mercado da capital. Um espaço que é, afinal, “de todos, para todos”.