Michael Morris, arquitecto premiado pela NASA, apresenta 5 Casas para Marte

6 MAIO 19h, Grande Auditório do CCB

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Faltam apenas 1 dia para o arquitecto Michael Morris dar a conhecer, pela primeira vez em Portugal, o seu trabalho de investigação que liga arquitectura, arte e ciência.

O nome forte do SEArch+, colectivo formado com o intuito de colaborar com a NASA em projectos de vanguarda que visam a possibilidade do ser humano viver noutros lugares do espaço, vem a Lisboa apresentar, no próximo dia 6 de Maio (Segunda-Feira), no Grande Auditório do CCB, 5 Casas para Marte. 

A partir do programa inovador Habitats na Superfície de Marte que envolve investigação rigorosa, criatividade e ousadia em domínios que vão da indústria aeroespacial, à robótica e tecnologia de suporte de vida, este é o resultado do estudo que se focou na utilização exclusiva de recursos locais para a construção de estruturas habitáveis fora do Planeta Terra. Essa é também uma das premissas do concurso 3D-Printed Habitat Competition da NASA, anunciado há semanas, e do qual foram vencedores com o projecto intitulado MARS X-HOUSE.

Nascido no Reino Unido, arquitecto, professor e co-fundador do SEArch+ (Arquitectura de Exploração Espacial) e do estúdio Morris Sato, que fundou com Yoshiko Sato, Michael Morris é formado em design ambiental, pela Escola de Design Parsons, e em arquitectura, pela The Cooper Union. Após a morte da sua parceira Yoshiko Sato, em 2012, Morris assume a liderança do programa de Sato intitulado “Arquitectura Espacial” na Universidade de Columbia. Com um trabalho em arquitectura amplamente reconhecido, alia design com ciência e arte.

Após a conferência, e como é habitual, segue-se uma conversa crítica moderada pelo tamb´ em arquitecto e investigador norte-americano Ed Keller. O director do Centro de Media Transformativa da Parsons é responsável por promover a interdisciplinaridade de projectos inovadores, assentes no design, na tecnologia, nas artes e nas ciências sociais. Keller desenvolve ainda trabalho como artista multimédia, designer, escritor e músico. Em colaboração com Carla Leitão, fundou o Estúdio AUM, um gabinete de arquitectura, media e design que trabalha entre Lisboa e Nova Iorque.

O 3º ciclo Distância Crítica da Trienal de Lisboa, co-produzido pela Trienal de Arquitectura de Lisboa e o CCB, fecha assim com chave de ouro. Esta 8ª conferência conta com o financiamento da DG Artes e da Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento.

Informação sobre bilhetes
Preço: 7€

À venda na ticketline e bilheteira do CCB