Teatro Independente de Loures mostra “Retalhos de Um Homem” no festival ORIENTE-SE

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A terceira edição do ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador prossegue com “Retalhos de Um Homem”, pelo Teatro Independente de Loures.

Este espectáculo resulta da junção de peças curtas e excertos de outras peças que este grupo apresentou desde 1997, fruto de uma intensa e continuada colaboração com o autor Jaime Salazar Sampaio.

O ORIENTE-SE teve início no dia 19 de Outubro e, ao longo de quatro sábados (com um de intervalo), recebe quatro grupos oriundos de várias zonas do País. O anfitrião deste Festival é o Teatro Contra-Senso, grupo de teatro amador, sediado em Marvila, com 22 anos de vida.

A actriz Rita Lello é a Madrinha da terceira edição do ORIENTE-SE.

RETALHOS DE UM HOMEM

Pescamos por entre bocados de memórias e reflexões que levam aos “mistérios do universo”: o amor, a infância, a juventude, a solidão, certas entidades… Este homem tem uma ordem para os seus retalhos. Ou será outra? Está sozinho ou consigo próprio? Espera alguém, ou ainda não se desprendeu da sua lembrança? Avança com alegria ou a tristeza não tem dias de saída?

Lembramo-nos das palavras do autor: “(…) Certas perguntas, segundo suponho, não têm resposta, de tal modo é absurdo um tipo nascer, seguir pela estrada fora a apanhar bonés e depois, trucla. Adeusinho”. E depois caminhamos, por entre as árvores no meio das folhas caídas…

90 min. | M/12

Historial do Teatro Independente de Loures

O Teatro Independente de Loures (TIL) nasceu a 13 de Julho de 1968 (então como TAB – Teatro Amador dos Bombeiros) e desde então já apresentou 42 montagens, 15 delas para crianças, de autores nacionais e estrangeiros, e géneros cénicos como recriações históricas, jograis, leituras encenadas, animações, etc.

Desde 2003, tem organizado em Loures a Bienal TEATRARTES, mostra de Teatro e outras Artes.

O TIL tem sido um grupo de repertório, com várias nomeações e prémios, itinerante, com algumas dezenas de actuações por ano, ao longo do País e fora dele, onde se “leva o Teatro ao campo de batalha”, muitas vezes a localidades e sítios onde o teatro não costuma ser feito ou visto.