A Serra de Sintra

Vista do Palácio da Pena, em Sintra. Fotografia: PSML - Luis Duarte
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A Serra de Sintra é um lugar místico, fértil em lendas e mistérios. Desde há muito que em Sintra a natureza e o oculto andam de mãos dadas. As quintas e palácios por lá existentes criaram os cenários ideais para mitos e histórias de cortar a respiração. Forças esotéricas, locais com poderes sobrenaturais, lendas trágicas de amor e até mesmo a existência de bruxas, são algumas das lendas associadas a Sintra.  Os romanos chamavam à Serra de Sintra “Mons Lunae” e ainda hoje este espaço é conhecido pelo nome Monte da Lua.

As lendas dos Palácios

A Quinta da Regaleira é um lugar de beleza extenuante e que possui também muito misticismo. Por entre os seus jardins encontramos um misterioso poço iniciático, existe a crença que o local fora em tempos idos utilizado em rituais de iniciação maçónicos. Por toda a quinta os símbolos e as referências à maçonaria e a temas esotéricos estão presentes.

O Palácio da Pena é outro dos ex-libris de Sintra. Os seus imensos jardins estão também envoltos em lendas e mistérios, a mais conhecida será talvez a lenda da fada da gruta. Há muitos anos atrás uma fada habitava numa gruta dos jardins, diz-se, que devido a um amor trágico, ainda hoje é possível ouvir os seus gritos e choros durante noite ao percorrer os jardins.

A lenda de uma Moura morta pelo marido, devido a se ter apaixonado por um cristão, assombra os jardins do Palácio Nacional. Diz-se que ainda hoje se ouve o choro da moura que deambula pelo espaço à procura do seu antigo amor.

Caminhos assustadores

A floresta que envolve Sintra e circunda o Convento dos Capuchos conjuga com harmonia património e natureza. O cenário é também propicio ao nascimento de mitos. A história do fantasma de Sintra, é sem sombra de dúvidas, a mais conhecida. Apesar de poucos acreditarem na existência de um fantasma, a verdade é que a estrada que liga o centro da vila ao Convento dos Capuchos, se tornou num dos locais mais assustadores de Sintra. Durante a noite pouca gente se aventura a fazer o trajeto.

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