Individual de Basim Magdy com curadoria de Inês Grosso e Irene Campolmi

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Na Video Room, o artista egípcio Basim Magdy mostra o seu mais recente filme, uma encomenda do MAAT concebida como uma meta ficção historiográfica que produz um curto-circuito entre o presente, o passado e o futuro. Abre ao público no dia 11 de Setembro.

Basim Magdy trabalha no limiar de narrativas ficcionais e historiográficas. A sua prática artística equaciona questões sociais e políticas de forma crítica e quimérica, dando lugar a interpretações diversas, um tanto psicadélicas, do passado, do presente e do futuro.

O novo filme do artista, comissionado pelo MAAT, apresenta um cenário hipotético de factos inegáveis ocultados durante séculos por teorias da conspiração e por uma possível interpretação errada da história. Relata, através do cruzamento de narrativas poéticas e eventos inesperados, a forma como comunidades por todo o mundo recebem a notícia de que a gravidade terrestre está a aumentar gradualmente.

O filme foi gravado em diversos locais, incluindo a cratera vulcânica na ilha de Nisyros, Grécia; os petróglifos de Foz Côa e o Cromeleque dos Almendres, perto de Évora, Portugal; e um laboratório de robótica em Manchester, Reino Unido. Esta exposição será a primeira mostra individual de Magdy em Portugal, e constituirá o primeiro projecto especificamente concebido para a Video Room do MAAT.