Exposição Anatomia Regional e Residência Artística de Eduardo Freitas no Centro UNESCO em Beja

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De 1 de Março a 1 de Maio estará patente no Centro UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial – Beja a exposição Anatomia Regional do artista plástico Eduardo Freitas. 

Sobre o Escultor

Eduardo Freitas nasceu a 2 de maio de 1990, em Ponta Grossa, Paraná, Brasil. Em 2017 decidiu vir para Portugal na expectativa de encontrar novos estímulos e impulso criativo para a sua produção artística.

Foi o autor vencedor do concurso para a residência artística Tradição><Contemporâneo, que originou esta exposição, promovido pela Associação Oficinas do Convento e co-financiado pelo Município de Montemor-o-Novo e pela Direcção Geral das Artes – Ministério da Cultura. Tem ainda participado em diversas exposições no Brasil e em Portugal destacando-se a XX Bienal de Arte de Cerveira, em Portugal.

Sobre a Exposição

Em Anatomia Regional somos convidados a ver e pensar o Alentejo como um corpo. Na biologia, a anatomia regional é o método de estudo do corpo por regiões.Foi a partir deste conceito que Eduardo Freitas estruturou as esculturas presentes nesta exposição – interpretando órgãos, ossos e sons do corpo – associadas aos elementos tradicionais da região do Alentejo – terra, vinho, pão, religiosidade e cante. O artista trabalhará ainda durante um mês e meio no Centro UNESCO – Beja no âmbito de uma residência artística com o objectivo de continuar a explorar as mesmas interligações de Anatomia Regional.

O trabalho resultante desta residência em Beja será apresentado no último trimestre do ano no âmbito das comemorações do 5º aniversário da classificação do Cante como Património Cultural Imaterial da Humanidade.