Vai à Rússia ver a selecção? Não esqueça o “Guia do Adepto”

O "Guia do Adepto" tem conselhos úteis sobre como circular na Rússia ou como aceder aos estádios, além de diversos contactos telefónicos

Fotografia: FPF
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Está a pensar ir à Rússia ver os jogos da selecção nacional mas tem dúvidas sobre o processo de entrada no país ou não sabe como se deslocar entre as várias cidades? A pensar nestas e noutras situações, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e o Governo lançaram o “Guia do Adepto”, um manual com diversas informações úteis que visa garantir uma “experiência segura” durante o Campeonato do Mundo de Futebol.

O guia, com 16 páginas, tem conselhos sobre como circular na Rússia, aceder aos estádios ou fazer compras, bem como diversos contactos telefónicos que podem ser usados em caso de emergência ou necessidade.

Um desses contactos é o da Polícia de Segurança Pública (PSP), que vai ter cinco agentes na Rússia para prestar informações aos adeptos nacionais e intermediar o contacto com as autoridades daquele país. Os elementos da PSP vão estar sobretudo junto aos estádios e às “fan zons”, bem como no centro das cidades, revelou o superintendente desta polícia, Luís Elias, à FPF360.

O responsável aconselhou os adeptos portugueses a andarem sempre com os seus documentos, principalmente o passaporte e o visto, evitarem grandes concentrações de pessoas e utilizarem os transportes públicos, sobretudo o metro.

A PSP estima que cerca de 1.500 adeptos portugueses, a maioria emigrantes, vão assistir ao primeiro jogo da selecção, a 15 de Junho, diante da Espanha, na cidade de Sochi. Para o segundo jogo, cinco dias depois, diante de Marrocos, são esperados 1.000 portugueses em Moscovo. A PSP não adianta estimativas para o último desafio da fase de grupos, a 25 de Junho, frente ao Irão, em Saransk: o número de adeptos deverá depender da boa ou má campanha da selecção até lá.

O “Guia do Adepto” foi criado pela FP em conjunto com a PSP, Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas (Ministério dos Negócios Estrangeiros) e Direcção-Geral do Consumidor (Ministério da Economia).